sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016 0 comentários

Ela e eu - sororidade.



Moça, eu desejo fortemente que as suas lágrimas sejam passageiras enquanto eu discretamente observo seu choro quase contido.
Moça, eu queria te falar que é só uma fase ruim, não uma vida inteira! Queria te dizer que tudo isso vai passar,  talvez lá na frente - quando você conseguir ligar os pontos-  verá que este momento foi necessário, talvez você vá rir quando lembrar dele e se perguntar o que deu na sua cabeça de chorar em lugar público.
Moça, que você seja forte para superar o que quer que seja, que você abra esse sorriso lindo – sim, esse mesmo que eu sei que você tem – e se descubra linda, por dentro e por fora.
Moça, que você não permita que nada nem ninguém faça você desistir de seguir seus sonhos, que a vida lhe seja suave, como uma brisa que toca nosso rosto numa tarde de primavera, trazendo consigo o cheiro das flores, a leveza das borboletas e o desejo de querer algo mais.

Moça, eu não te conheço, mas eu desejo para você uma vida cheia de sonhos e alegrias, e mesmo que você tenha experiências amargas, que carregue consigo a leveza da vida para que um dia você possa olhar para uma desconhecida e desejar para ela toda a positividade que este mundo guarda para as pessoas que acreditam.
Moça, enxugue as suas lágrimas e seja feliz! 
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016 0 comentários

De repente 27



Na verdade fazer 27 anos não é tão diferente, acordei do mesmo jeito – pulando da cama para tomar um banho de chuveiro ouvindo e cantando alguma das minhas já surradas músicas – olhei no espelho com a mesma cara do dia anterior e já pensando que não poderia me atrasar para não perder o ônibus para o trabalho.
No meio do caminho, é na escada do edifício, já para pegar o ônibus, foi que me dei conta do quanto mudei, mas não mudei de ontem para hoje, não. Mudei ora lentamente, ora rápido demais – quando as dificuldades exigiram – mas o mais importante, eu mudei muito durante meus 9.855 dias vividos (puxa, em menos de um ano completo 10.000 dias de vida).
De tudo, o mais importante foi o aprendizado, começando desde o primeiro choque – que já não recordo mais, mas que foi mais ou menos assim:
-Joyce, não enfia o dedo nessa tomada. Disse o meu pai.
Minutos depois só se ouviu a minha choradeira
- Eu não avisei para você não enfiar o dedo aí? Ele brigou comigo.
Na minha cara de mais pura inocência que toda criança possui, levantei os grampos de cabelo que devo ter roubado da minha mãe. Acontecimento importante o suficiente para dali para frente toda vez que olhasse uma tomada eu apontasse para ela e dissesse:
- Choque?! Né, papai?
Adoro minhas peripécias de crianças, quantas coisas aprendi naquela época que mantenho guardadas no coração, afinal é a minha alma de criança que mantem a minha sanidade de adulta.
Depois veio a adolescência, na minha veio foi tudo de uma vez só, lembro até hoje quando olhei para mim mesma no final da quinta série e decidi – com toda a certeza que eu tinha na época e que hoje parece meio boba e inocente – que eu gostaria de ser uma pessoa diferente. Simples assim, não queria mais ser a Joyce que eu era, e a partir daí mudei muita coisa, entrei em turma de teatro, fui representante de sala, de gincana, até participei da greve que fizemos na escola porque na época queríamos um prêmio que não nos foi dado por termos ganhado a gincana.
Descobri nessa época muitos dos meus melhores amigos que caminham comigo até hoje, descobri o trabalho – eita felicidade ganhar R$ 100,00 por mês para poder ir ao cinema e comer Mc donalds, risos.
Nessa época também aconteceram coisas que me fizeram amadurecer mais rápido, exigências desta nossa vida mundana, época em que pensei que o mundo tinha um tom cinza e que achei que nada pior pudesse acontecer – outro tropeço inocente pelo caminho, e como devo agradecer por esses períodos, já dizia Bruno Mars “ A ausência da luz é uma parte necessária “, afinal quando a folha amadurece e cai ao pé da árvore, é ali que ela pode começar a sua trajetória, seja ela alçando novos vôos ou se tornando adubo para fortalecer o solo que já existe. É assim que enxergo esse negócio de amadurecer.
Com o tempo veio faculdade, mais ótimos amigos, novas experiências, novos horizontes e sonhos! O céu ainda estava meio nublado, mas os raios do sol sempre encontram um jeito de alcançar quem neles ainda acredita, e eu sempre fui uma sonhadora incorrigível.
Enfim, agora com meus quase trinta anos – eu não entendo o medo da maior parte das pessoas de se fazer 30 anos, para mim está parecendo ‘o máximo’ – sinto que me tornei quem eu gostaria de ser. Na verdade, a minha vida sempre me surpreendeu com alguns bônus extras, inclusive aqueles que eu já estava descrente (Ah, o amor e suas brincadeiras de pique - esconde).
Mas, o mais legal de tudo isso é olhar para trás e ver que todas as coisas que eu pensei insuperáveis foram apenas batalhas que eu venci e que me ajudaram a chegar aqui. É olhar para o lado e encontrar as pessoas que me ajudaram a construir essa pessoa que sou hoje – estranha como sou eu – e acima de tudo, é olhar para frente e ver o futuro que se constrói a partir das sementes que plantamos hoje.

Este é meu texto para comemorar os meus 27 aninhos, cheios de vida e que a vida se faça presente em todos os dias, e não o contrário, nunca o contrário.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016 1 comentários

Boneca de porcelana - A exigência da beleza


“Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga
Não, senhor, sim, senhor”
Admirável Chip Novo - Pitty

“- Você está horrível, está com cara de doente sem maquiagem. Vai lá passar alguma coisa nessa cara para ver se melhora.
E assim iniciou mais um dia, por um segundo eu achei que era surreal, apenas pensamento, mas não. Era ele, todo poderoso e sentindo-se dono da beleza e da verdade.
Parei por um segundo, olhei todos ao redor – sim, estávamos às claras no meio de todos – dei um sorriso meio amarelo, meio sarcástico e disse:
-Não, não quero, não posso e não vou.
O ambiente ficou estranho e ninguém ousou emitir um som, um sorrisinho de fundo ou mesmo uma palavra de consternação diante da cena totalmente desnecessária.
Passei o dia assim, realmente não fui passar o batom ou a famosa ‘massa corrida’ que insistem que devemos passar.
Na hora fiquei com raiva, afinal quem não ficaria? Ser chamada de horrível assim na frente de todos apenas por não cumprir um padrão de beleza que extingue todas nós do que realmente somos. Quem não ficaria por tentarem te ofender por você não se render a uma indústria de beleza que nos impõe um padrão inatingível e nos força a comprar produtos, a não comer isso, a não falar aquilo, a vestir isso outro.
Mas depois, depois eu fiquei incrédula mesmo. Como alguém ousa julgar você pelo que ele acha que você deveria parecer, se fosse na minha época de ‘solteira’ ainda surgiria a brincadeira: “Depois não sabe porque não arranja namorado!” como se eu fosse obrigada a seguir as regras de uma sociedade hipócrita e machista.
-Não! É a palavra da minha assertividade. Não, é a minha atitude.
E no fim, o que resta é esse sentimento de me sentir linda, de sentir que estou no caminho certo, em paz com minhas palavras e atitudes, não que eu não me arrume quando EU quero, mas por saber que eu tenho SIM liberdade de ser bonita do jeito que eu sou, independente dos olhos que me vêem.
Afinal, o que eu preciso mesmo para realizar o meu 
trabalho é da minha inteligência – sem falsa modéstia e com muito trabalho e estudo – eu tenho. 
Beleza? Essa é fácil, A GENTE ATÉ COMPRA.


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016 1 comentários

Gratidão
























“A atitude correta em relação às nossas “posses” é a gratidão e não a possessividade” Sr. Iyengar


Às vezes eu me pergunto o que eu fiz na minha vida, acho que todos nós nos perguntamos isso muitas vezes.
Mais vezes nas horas de desespero ( que passam minha amiga, elas sempre passam, posso afirmar com a certeza de alguém que prematuramente já viu coisas demais) mas em geral eu gosto de pensar isso nas minhas horas felizes.
Porque, nós somos seres defeituosos no quesito caráter, ego, amor e todas as outras coisas, e eu como um ser perfeitamente imperfeito, sou cheia de falhas e elas são como buracos na minha existência que eu vivo tentando preencher e deixá-los mais floridos, mas alguns são grandes demais e eu vou tentando aos poucos.
Não é que eu queira ser perfeita (já dizia Oswaldo Montenegro: Quantos defeitos sanados com o tempo eram o melhor que havia em você?) é só que às vezes nossos defeitos terminam machucando outras pessoas e eu realmente gostaria de ser melhor nisso, em não me ferir e nem ferir ninguém, mas como já disse antes: ser imperfeito, lembra?
E mesmo assim eu me pergunto: O que fiz eu da vida? Por mais que tive momentos ruins ( e alguns foram realmente ruins ) é incrível como eu consigo colecionar histórias ótimas, pessoas maravilhosas e momentos indescritíveis
Ando pensando muito nisso, não sou dessas que colecionam as coisas – sou mais do tipo que quebram as coisas, sem querer obviamente -  mas descobri que coleciono pessoas, escolho aquelas pessoas com as melhores personalidades, os melhores sorrisos, os olhos mais lindos, as palavras mais bonitas, sinceras e ardidas (porque a gente merece recebê-las para crescer) e coloco nelas um título, apesar de um título não significar nada, afinal o que as mantem na coleção mesmo é a nossa sintonia e vontade de criar  mais histórias e aumentar cada vez mais o laço de amor e amizade que existe entre nós e nos une.
Talvez por isso resolvi escrever, escrever para agradecer de uma maneira simples essas pessoas que fazem cada minuto valer a pena, e entre os bens mais preciosos que eu disponho para dar estão essas palavras, porque afinal, cada palavra importa.

E eu continuo aqui, agradecendo silenciosamente todos os que eu adicionei à minha coleção e desejando secretamente, ou nem tão secretamente, que eu possa retribuir todos os momentos que eles adicionaram ao álbum de memórias da minha vida.
terça-feira, 5 de janeiro de 2016 0 comentários

Quais as palavras você deseja escrever no seu livro hoje?



Porque ser a mulher da sua vida é se tornar escritora do seu próprio roteiro e amar as histórias que estão sendo criadas, não porque elas não tiveram dores ou decepções, mas porque viver é uma sequência de escolhas que podem ser boas ou ruins, mas que nos são necessárias e a gente só consegue olhar isso quando já passamos por elas.
Amar a história que estamos escrevendo é entender que as experiências boas e ruins nos tornaram quem somos, que foram nossas escolhas e que temos responsabilidade em tudo que fizemos e nos fizeram.
Amar quem somos é como amar um livro em branco que nos foi entregue, onde escolhemos com qual caneta escrever, de que cor pintar a página e onde deixar os marcadores, podemos escolher aquelas páginas coloridas, cheias de lembranças boas ou então aquelas escuras cheias de dor ou arrependimento, e ser a mulher da sua vida é conseguir ler estas páginas escritas por você e compreender que as palavras escritas nunca serão apagadas, mas compreender que acima de tudo o poder é seu de decidir o que virá na frente.

Quais as palavras que você deseja escrever no seu livro hoje?
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015 0 comentários

Um novo ano, um ano novo...



“Para sonhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.

            E de repente caiu a ficha que um ano novo se aproxima, com cores que mexem com o brilho dos olhos, cheio de esperança de novos começos, com desejos de que tudo seja melhor.
            Com o vislumbre deste novo ano o coração se enche de desejo de que a dor e os erros fiquem no passado e que sigam em frente a sabedoria das experiências vividas.
            Que carreguemos conosco os sorrisos mais sinceros, as gargalhadas mais inapropriadas e escandalosas para permitir que se repitam não só pelo ano que chega, mas por todos os outros que virão.
            Que a gente consiga espalhar mais amor e alegria aos que se aproximarem de nós, não porque é considerado certo, mas é porque a gente recebe o que costuma oferecer, e que se assim não for, que pelo menos não atrapalhemos ninguém na sua escalada, cada um sabe a dor e a delícia de ser quem é.
            Por fim que este ano novo seja como uma página em branco que a gente escreverá com as mais belas cores e as palavras mais doces.

Feliz ano novo!
quinta-feira, 5 de novembro de 2015 2 comentários

Do que transborda

As coisas nas nossas vidas acontecem assim, do nada, e de repente se enquadram nos momentos mais importantes da nossa história. E assim foi com você. Pensando em HIMYM “em qualquer dia, você pode sair pela porta da frente e toda a sua vida pode mudar para sempre”, assim foi o momento em que encontrei nos teus lábios o sorriso mais lindo do mundo e ele simplesmente me convidou para uma conversa simples e descontraída. Então com o passar do tempo (pouquíssimo tempo para a tartaruga amorosa aqui, preciso admitir) que brincou de nos permitir viver coisas tão intensas em tempo recorde, mas com o impacto suave de um dente de leão sendo soprado lentamente pelo vento da primavera, ou seja, como se aquilo fosse a coisa mais natural da vida, como se a minha história andasse sempre de mãos dadas com a sua numa outra realidade, e apenas agora se revelou para nós, neste mundo.
Que a vida, o universo e o tudo mais nos reservem mais gargalhadas para passar o tempo, mais horas de seriado (‘cause you know – Post it) , mais amor (não sei se isso é possível, mas...), mais músicas para a nossa trilha sonora, mais viagens, mais amigos loucos, mais de nós, mais das nossas palavras em alemão, mais das nossas loucuras.
Poderia pedir aqui para que a vida, o universo e o tudo mais nos reservassem o para sempre, mas me contento em pedir que eles nos permitam mais tempo, porque ainda temos muito que fazer juntos, afinal há uma quantidade infinita de números entre o 0 e o 1, e nós sabemos que nesse infinito é que podemos construir as nossas memórias e elas são o nosso para sempre construído dos nossos momentos agora.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015 2 comentários

O som do seu sorriso


Há horas como agora que me pego sorrindo, um riso fácil, bobo, daqueles que os espectadores olham e pensam “pobre menina, deve ter algum problema.” E tenho, tenho mesmo! Porque esse meus sorrisos vem de momentos tolos, daqueles que quando estamos cansados, numa segunda a noite, ambos chegamos da faculdade, você com suas aulas e eu com o meu tcc e no meio da nossa correria existe a música – claro, sempre há música em torno de nós – e talvez numa maneira besta de nos livrar do cansaço iniciamos a nossa dança ridícula – é amor, é necessário dizer, somos péssimos dançarinos (principalmente sozinhos) – seguida pela nossa crise de risos abraçados na cama depois de observarmos como somos bobos e ridículos e percebermos que amamos isso.
Quer dizer eu amo, amo isso a cada respirar, amo o som do seu riso, amo a música que segue nossos embalos, amo a sua loucura. Na verdade, se eu tivesse que escolher a sua melhor parte eu diria que é a sua loucura, ela é cheia de desprendimentos, cheia de me acompanhar desde que nos conhecemos, cheia de aceitar meus convites esquisitos, cheia de entender que o nosso tempo é diferente do tempo alheio, ela é cheia do nosso amor.
Nessas horas eu me pergunto como é que eu vivi esse tempo todo sem esse colorido? Sem o som do seu sorriso me fazendo cócegas no ouvido e implorando para que meus lábios copiem os seus. Seu sorriso é algo que contagia, ilumina e traz paz ao meu dia, é como chegar em casa e se descobrir em um lar, é como aquela brisa que nos refresca no verão, ou como o sol de inverno que aquece nosso corpo amolecendo o gelo no nosso coração.

Que os nossos dias sempre tragam motivos para sorrir, que a música sempre nos faça dançar, que o nosso amor sempre encontre por onde caminhar, que em você eu sempre encontre o meu lar. E no fim, mas não menos importante, que sejamos sempre nós, diferentes com o tempo, mas os mesmos por dentro.



"Don't know how I lived without you
Cos everytime that I am around you
I see the best of me inside your eyes
You make me smile
You make me dance like a fool" - Smile - Uncle KrackerEssa com certeza é a primeira da nossa trilha sonora <3
segunda-feira, 28 de setembro de 2015 0 comentários

Dos carmas que não são nossos




Pense na vida como uma mochila que está nas suas costas. O quanto de peso você consegue carregar? Que tipo de bagagem você quer para você? Você está disposto a colocar coisas que não lhe pertencem enquanto cumpre a sua caminhada?
Tenho algumas amigas especiais, e como de praxe temos tendências de conversar sobre nossos cotidianos, pensamentos e atitudes.
Numa dessas conversas, uma delas nos disse “existem carmas que não são nossos”, e essa afirmação é de certa forma libertadora, principalmente para pessoas que tem a tendência de assumir os carmas alheios e querer carregar aquele fardo que o outro não consegue.
Algumas pessoas dirão: “Nossa, mas isso é muito cruel.” Não, isso não é crueldade, isso é assertividade, isso é permitir que as outras pessoas cresçam, porque enquanto nós ainda tomarmos a atitude carregar a mochila que pertence a outrem, não estamos ajudando, estamos apenas tirando-lhes a chance de aprender o que era necessário para evitar uma queda maior ali na frente.
Atentem-se que não carregar a pessoa no colo não quer dizer que você desistirá dela, não quer dizer que você não pode apoiá-la a deixar sua bagagem mais leve, não quer dizer que você não estará lá quando a pessoa precisar de uma parada no meio do caminho para tomar uma água e respirar ar puro.
Entretanto existe uma linha muito tênue e que todos devemos trabalhar que está entre apoiar e fazer o serviço, uma coisa é um amigo da escola te pedir ajuda para fazer o trabalho dele, outra coisa é ele pedir para você colocar o nome dele. A primeira vez você pensa: “Ah, tranqüilo, acontece”, mas de repente as coisas começaram a acontecer todos os dias, durante meses e até anos e você já começa a se sentir cansado de tanta ‘ajuda’, seu fardo já está grande o suficiente e se você não conseguir ser assertivo terá dois caminhos a seguir: (a) se afastar deste amigo (b) extrapolar com ele.
Portanto, a afirmação “existem carmas que não são nossos” nos conscientiza que, podemos apoiar as pessoas nas suas situações difíceis, mas não devemos assumir que a culpa é nossa ou que precisamos sempre fazer mais ou nos sentir os únicos responsáveis para resolver tal situação. Cada pessoa escolhe onde deseja estar, não digo que é fácil sair da sua zona de conforto e enfrentar problemas bem diante dos nossos narizes, e muito menos digo que a pessoa não sai de onde está porque assim deseja, muitas vezes o ciclo é tão viciante que ela não consegue enxergar uma escapatória, mas ainda assim é decisão dela e não sua continuar onde está.
Se a nossa vida é uma mochila, vamos colher as flores pelos caminhos, o brilho das estrelas, um sorriso amigo e carregar.  Sempre é importante lembrar que as nossas atitudes cotidianas é que nos fazem chegar onde estamos, são nossos pequenos passos por dia que fazem com que cheguemos ao nosso destino.

Semear é tão importante quanto colher. 


segunda-feira, 20 de julho de 2015 0 comentários

Dos amigos de sempre e para sempre

"Amizade é um reflexo involuntário.
 Simplesmente acontece.
 Você não pode controlar.'' - HIMYM

Imagine a cena, vocês estão em uma sala fechada, alguém fala alguma coisa idiota, você revira os olhos e quando observa um desconhecido lhe sorri e vocês conversam mudamente com aquela revirada no olhar. Pronto. Você descobriu um amigo no meio de tanta gente desconhecida.
Poucas coisas na vida valem a pena como uma amizade, um amigo é alguém que te aceita como é e ponto, é alguém que te dará apoio para você conseguir realizar os seus sonhos e puxará sua orelha quando você passar dos limites. Mas acima de tudo um amigo é leal! Ele vai te amar apesar dos seus defeitos e para falar a verdade, muitas vezes ele vai te amar exatamente pelos seus defeitos. Quem nunca teve um amigo que adora apontar para você quando você está todo “dando uma de chefe” e começar a fazer uma piada? Ou então aquele amigo que vai te xingar tudo numa hora apenas para te abraçar na outra?
A amizade é uma coisa fácil, simples! Ela acrescenta e sempre te puxa para cima, expondo o seu melhor e o seu pior, nos momentos que você mais vai precisar. Ter amigos é saber para onde correr quando o mundo ficar um lugar difícil demais para se morar.
Ter amigos é nem sempre estar certo, mas ter sempre alguém que vai te entender, te apoiar, mesmo que não concorde com o que você diz. Mas estará lá por você, torcendo para que você esteja certo quando resolver que devia dar uma segunda chance, e estará lá também para quando você quebrar a sua cara e irá te dizer com todas as letras “eu não queria falar isso, mas eu te avisei” rsrsrs
Ter um amigo é receber uma declaração de “amor” depois de anos de convívio no dia do seu aniversário junto com o email escrito “répibârdeitchuiú” e você ainda entender o que quis dizer.
Ter amigo é ter uma ambulância pronta para te socorrer, mesmo que o ‘enfermeiro’ fique de papo com uma ‘amiga’ mais interessante enquanto você está revirando o estômago.
Ter um amigo é ter alguém que mora longe, que você vê uma ou duas vezes no ano achando que vai matar a saudade e de repente você descobre que a saudade só aumenta com a proporção das visitas.
Ter um amigo é ter alguém que faz as suas horas do almoço mais divertidas, com mais brigas, xingamentos, casos de fins de semana e das horas de labuta, é uma das coisas que te motiva a ir trabalhar todos os dias;
Ter amigos é tanta coisa que eu ficaria aqui escrevendo sobre várias situações onde eu aprendi que ter amigos é ter sopros de felicidades pelo caminho, não importa aonde, não importa o porquê, ou pra quê.
A amizade não é uma coisa que se aprende, é algo que se vive.


 
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